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opiniões na mídia

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Engana-se quem pensa que a direita não quer regular as redes

A nova composição do Congresso Nacional, com uma direita fortalecida, parece ter enterrado as perspectivas de regulação das redes sociais. Para parte dos observadores, a vitória conservadora representaria uma espécie de salvo-conduto para as grandes empresas de tecnologia. Sem maioria parlamentar disposta a enfrentar as big techs, qualquer tentativa de impor obrigações às plataformas estaria condenada ao fracasso. A conclusão é compreensível, mas equivocada, porque confunde oposição à regulação estatal do discurso com defesa irrestrita das plataformas.

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Brasil criou uma meta e dobrou na Meta: eleições e a moderação excessiva de conteúdo

A Meta está, uma vez mais, no centro do debate sobre as eleições. Discussões sobre favorecimento de uma das candidaturas pela plataforma levaram a uma sucessão de reações. O TSE exigiu que a empresa trate as duas candidaturas presidenciais de igual modo. Especialistas externos criticaram a plataforma, que teve protestos em frente a sua sede no Brasil. Nem mesmo internamente a Meta se safou. Documentos internos vazados para a imprensa mostram que funcionários da empresa reconheceram que falhas técnicas prejudicaram a campanha de Lula.

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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — Foto: Adriano Machado/Reuters Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/05/15/flvio-bolsonaro-reafirma-que-se-limitou-a-captar-recursos-privados-para-filme-sobre-o-pai.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.
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Flávio diz que Lula é ‘recordista de mentira’, mas teve mais propaganda derrubada no TSE

As palavras escolhidas pelo senador aumentam a imprecisão dos fatos. Os ministros recorrem a categorias jurídicas mais precisas, como propaganda eleitoral negativa ou conteúdo descontextualizado, e a expressão ‘fake news’ não aparece em nenhuma das decisões levantadas. Ademais, as ordens contra Lula são decisões liminares. Trata-se de medidas provisórias tomadas para conter um possível dano antes do julgamento definitivo pelo tribunal. Falar em ‘condenações’ sugere um histórico judicial no tema que nenhum dos dois candidatos possui.

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