Nosso propósito é fortalecer os verdadeiros valores democráticos
Sobre o Instituto Sivis
Somos um think tank apartidário que trabalha para fortalecer os verdadeiros valores democráticos através da educação para democracia e da liberdade de expressão.
Como uma organização da sociedade civil e sem fins lucrativos, trabalhamos com lideranças nacionais e internacionais para influenciar e fortalecer a cultura democrática brasileira com mais de 10 anos de história na defesa e promoção da democracia.
Conheça nossas áreas de atuação:
Sivis na mídia
O que um projeto de monitoramento das eleições revela sobre a atuação da Justiça Eleitoral nesse ano
Uma charge feita com IA pode ser removida só por falta de aviso? Os TREs respondem de formas diferentes. Análise de centenas de decisões mostra as divergências que o TSE precisa resolver.
Flávio perdeu porque começou vencendo
A menor abstenção em um segundo turno desde 2006 mostra que a eleição foi decidida entre os eleitores que a campanha de Flávio deixou de procurar
Engana-se quem pensa que a direita não quer regular as redes
A nova composição do Congresso Nacional, com uma direita fortalecida, parece ter enterrado as perspectivas de regulação das redes sociais. Para parte dos observadores, a vitória conservadora representaria uma espécie de salvo-conduto para as grandes empresas de tecnologia. Sem maioria parlamentar disposta a enfrentar as big techs, qualquer tentativa de impor obrigações às plataformas estaria condenada ao fracasso. A conclusão
Brasil criou uma meta e dobrou na Meta: eleições e a moderação excessiva de conteúdo
A Meta está, uma vez mais, no centro do debate sobre as eleições. Discussões sobre favorecimento de uma das candidaturas pela plataforma levaram a uma sucessão de reações. O TSE exigiu que a empresa trate as duas candidaturas presidenciais de igual modo. Especialistas externos criticaram a plataforma, que teve protestos em frente a sua sede no Brasil. Nem mesmo internamente
Flávio diz que Lula é ‘recordista de mentira’, mas teve mais propaganda derrubada no TSE
As palavras escolhidas pelo senador aumentam a imprecisão dos fatos. Os ministros recorrem a categorias jurídicas mais precisas, como propaganda eleitoral negativa ou conteúdo descontextualizado, e a expressão ‘fake news’ não aparece em nenhuma das decisões levantadas. Ademais, as ordens contra Lula são decisões liminares. Trata-se de medidas provisórias tomadas para conter um possível dano antes do julgamento definitivo pelo
Flávio trabalhista, Lula punitivista: o segundo turno da conveniência
Mudar de opinião não é defeito. Na política, na verdade, pode ser sinal de maturidade: dados novos, custos reavaliados, um desenho melhor de política pública. O problema é quando nada disso aparece. Nenhum dos dois apresentou estudo novo, cálculo de impacto ou proposta de implementação. O que mudou foi o calendário.
A Eleição está sendo mais juiz do que jogo
A eleição de 2022 parece não ter acabado. No pleito mais difícil desde a redemocratização, era plausível que a Justiça assumisse um papel mais ativo na moderação do debate eleitoral. Justificar essa mesma atitude em 2026 não é igualmente aceitável.
Higiene constitucional para uma nova legislatura
O Congresso eleito neste domingo terá muitos problemas à sua espera. Alguns bastante concretos: contas públicas, produtividade, segurança, envelhecimento da população. Há, porém, outro, menos perceptível porque Brasília se acostumou a ele. O Brasil sofre de hiperinflação constitucional. E uma das missões da nova legislatura deveria ser começar a combatê-la.
Do debate à padroeira: o árbitro está jogando?
O último debate presidencial antes do primeiro turno deveria ter acontecido na noite de quinta-feira. Em poucas horas, decisões judiciais mudaram as regras com as quais a TV Globo havia organizado o encontro. O TSE proibiu a manutenção do púlpito vazio de Lula, enquanto Gilmar Mendes, no STF, determinou a inclusão de Renan Santos. Flávio Bolsonaro desistiu e a emissora
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